quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Bossa Nova











No Brasil doa anos 50, havia no ar a iminência de transformações: modernidade e desenvolvimento eram palavras de ordem, que logo se traduziram em mudanças sociais e culturais. Entravam em cena a calça jeans e o rock’n’roll. A classe média passou a sonhar com novos eltrodomésticos e com carros como o Fusca, o DKW e o Aero-Willys.
O país era otimista e voltado para o novo. Em 1958 a população celebrava a vitória da seleção de Zagalo, Pelé e Garrincha na Copa do Mundo na Suécia. No campo da cultura João Gilberto gravava o compacto “Chega de Saudade” e “Bim bom”. Nele estavam registrados a batida de violão, o canmto quase falado, livre de todos os excessos, a riqueza melódica e harmônica que caracterizariam a Bossa Nova.
Este termo foi usado pela 1ª vez no mesmo ano, no anúncio de uym show em Copacabana que reunia, entre outros, Nara Leão, Carlos Lyra, Roberto menescal e Ronaldo Bôscoli.
O Rio de Janeiro foi o cenário do Nascimento da Bossa Nova, que se tornou a trilha dos chamados “Anos Dourados”. As letras falavam de praia, sol e felicidade. O Cnema Novo sucedia a era das chanchadas.
Bossa Nova se tornou um modo de vida e um adjetivo: na propaganda, surgiram sapatos, óculoa e geladeiras Bossa Nova. Eltrodomésticos com “pintura Bossa Nova”. E até Juscelino Kubitschek foi chamado de “presidente Bossa Nova” um música do compositor e humorista Juca Chaves.
Bossa Nova era muito mais que apenas música, também era um estilo de vida.
A moda dessa década foi de extrema sofisticação. Muito luxo e muito glamour marcaram esse período dos “anos dourados” quando a alta costura teve seus momentos de grande esplendor. O jeans não pode ser esquecido como a grande afirmação da moda jovem não só em seus modelos tradicionais como também nos novos, com inúmeras intervenções moderas à época.

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