terça-feira, 20 de maio de 2008

ERIKA IKEZILI












Erika Ikezili, 31 anos traz o seu universo nipo-brasileiro às passarelas. A jovem estilista paranaense formou-se em desenho de moda na Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo em 1999. Na época já trabalhava como assistente de Alexandre Herchowitch, na área de produção. Em 2000 estreou nas passarelas, sendo a primeira experiência no Projeto Lab-Casa de Criadores, no mesmo período em que começõu a comercializar suas criações no Mercado Mundo Mix. Em seguida passou a integrar o Amni Hot Spopt, circuito patrocinado pela Rhodia Poliamida. Seu trabalho de criação é muito conhecido no Brasil e no exterior.


Denise dos Reis Karg
Turma Mb3

Visita: Cinerama

Relação com a moda: A Cinerama é uma loja de tecidos, onde encontramos diversos tipos de tecido e também algumas coisas para casa, como jogo-americano, lençóis, roupa de cama, fronhas, almofadas, entre outras coisas.
A quantidade e a diversidade de tecidos é muito grande, e há estampas para todos os gostos. Quem faz moda deve conhecer bem os tecidos, e a Cinerama é um bom lugar para isso.

Patrícia Pestana MB3

Exposição: “As coleções do Museu Nacional do Azulejo de Lisboa”

Relação com a moda: Os desenhos diversificados dos azulejos são muito inspiradores e tem diversos motivos, o que os torna muito interessantes e criativos. A partir da mostra podemos entender a cultura de diversos lugares, que é muito importante para quem está na área de criação.
Os azulejos são desde os muito antigos até os mais modernos, e cada um possui uma “explicação”. A exposição está em cartaz na Galeria de Arte do Sesi. Quem gosta de decoração vai adorar esta mostra.

Patrícia Pestana MB3

Exposição: “Francisco Brennand”

Relação com a moda: Com seus desenhos de traços firmes podemos imaginar um desenho de moda, como se fossem até croquis, os desenhos são coloridos e suas linhas são bastante retas.
A mostra possui 59 obras do escultor pernambucano. Suas criações têm muitas formas e volumes. Brennand gosta de desenhar figuras femininas, nas quais sempre marca seus corpos. A exposição fica na Caixa Cultural, Galeria da Avenida Paulista.

Patrícia Pestana MB3

Palestra: Érika Ikezili

A estilista Érika Ikezili, fez faculdade de moda na faculdade Santa Marcelina, e foi assistente do estilista Alexandre Herchcovitch. Em 2000 estreou nas passarelas, na Casa dos Criadores, e também no Mercado Mundo Mix. E em seguida integrou o Amni Hot Spot, circuito patrocinado pela Rhodia Poliamida. Em 2005 estreou na SPFW.
Suas criações são encontradas em multimarcas no Brasil, Nova York, e Tókio, e ela já chegou a importar suas roupas para butiques japonesas.
Suas inspirações vêm das coisas comuns, do dia-a-dia, ou de filmes, entre outras coisas.
Tem peças bastante originais e trabalha com bastante cores, formas, texturas, estampas e acabamentos.
Suas coleções são sempre muito criativas, e chamam a atenção de estrangeiros. Além das roupas, também cria sapatos e bolsas, todos muito bem elaborados.

Patrícia Pestana MB3

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Parque do Ibirapuera

O Parque do Ibirapuera é um refúgio para os paulistanos, é um lugar extraordinário, onde vemos pessoas diferentes, cada qual aproveitando de uma forma diferente.

Ao chegar ao Parque você se depara com um lugar totalmente aconchegante, com suas imensas árvores e seus grandes lagos.

Este é um excelente lugar para estudar os estilos diferentes de vida de cada pessoa, pois as mesmas estão em seu momento de lazer, despreocupadas de serem avaliadas.

O Parque me mostrou pessoas que adoram estar lá para praticar esportes, passear com a família, cantar e tocar instrumentos magníficos com tranqüilidade, pessoas que vão se encontrar namorar e muito mais... Isto me fez respirar moda, pois lá encontramos público alvo para todos os estilos de roupa.

Mariana Lopes Ferreira Monteiro
Turma: MB3





Feira Internacional de Arte Moderna – Ibirapuera MAC



Esta Feira foi à reunião de várias constelações artísticas, me deparei com várias galerias de arte, cada uma expressando um diferencial, seu estilo desde Barroco até obras de arte ultra modernas. Uma fonte de inspiração.

Cada obra nos remete emoções diferentes eram trabalhos feitos com tinta a óleo, vidro, metal e tecidos. Cada detalhe me fascinou, me fez enxergar moda por toda a parte, algo inovador para criação de acessórios. Consegui ver aonde o artista quis chegar.

Saí da Feira com idéias novas e muita inspiração, e pretendo transformar-las em obras de arte nas minhas construções de moda.



Mariana Lopes Ferreira Monteiro
Turma: MB3




Auto Retrato, Paulo Brucry



Numa constante auto-referencia Paulo Brucry faz-se personagem de si mesmo. Nas performances que realiza para câmera e nas ruas anônimas ações de rua, vale-se da parceria com as máquinas para tudo registrar e reproduzir.

Brucry participou do grupo de fluxos, estes projetos compostos pelo grupo o fizeram enxergar de que modo o humor pode funcionar como um artifício de memória em uma alavanca para consciência do presente. Sua ironia questiona tudo, principalmente seu papel como artista sobre a arte; Sua arte traz para moda fonte de inspiração. O artista usa seu próprio corpo para fazer a arte, e invoca a maneira de transformar coisas banais em obras esplendidas, o que nos causa várias sensações. Destas sensações tiramos a inspiração para criarmos a moda na maneira que ele cria a arte.



Mariana Lopes Ferreira Monteiro
Turma: MB3



Museu da Língua Portuguesa



Este Museu me encantou, pois ao chegar já me deparei com uma parede imensa passando vídeos de relatos de pessoas no seu dia a dia, falando com seus sotaques, suas expressões lingüísticas, incrível.

Depois de entrar por um grande corredor de palavras me deparei com televisões com pequenas palavras que ao serem escolhidas eram traduzidas, pois se encontravam em diversos idiomas. Este rico museu possuía a história da língua portuguesa e seus importantes mestres. Respirei cultura, e isto me trouxe informações para cada vez tornar meu trabalho de moda mais rico.





Mariana Lopes Ferreira Monteiro
Turma: MB3





Sukyo Mahikari



O Sukyo Mahikari visa ajudar a estabelecer um mundo melhor, que permita uma qualidade de vida elevada e digna a todos os seres viventes e todas as coisas, por meio da luz Espiritual de Deus Criador e da prática dos ensinamentos, que constituem um guia seguro para todas as pessoas, independente de sua crença, raça ou cultura.

O Mahikari trás para minha pessoa um novo conceito de vida, trás consigo muito estudo e muita cultura, uma enorme fonte de inspiração. Trás para moda um novo conceito, algo que me fascina e me intriga; Como um estudo japonês integra tantas pessoas diferentes? Toda esta energia positiva e integração de raças e costumes me fizeram querer levar isto para moda.



Mariana Lopes Ferreira Monteiro
Turma: MB3





Palestra Vicente Mello (28/02/08)



Trabalhou na Natura e lá encontrou o caminho para indústria da Moda.

Nesta palestra ele nos fala um, pouco do que ele aprendeu e da importância da marca para vender bem um produto.

Dentro deste mercado você tem que ser sempre você, pois se você possui uma marca com suas características, você não pode muda-la de uma hora para outra, pois uma marca possui seu próprio estilo, e é voltada para um público, ela tem sempre que preservar sua identidade.

A marca forma o estilo da pessoa, ela tem que ter elasticidade e percepção, pois é a marca que vende o produto.


Mariana Lopes Ferreira Monteiro
Turma: MB3




Exposição no Museu de Arte Contemporânea de São Paulo na Universidade de São Paulo – MAC USP Ibirapuera



“ Street art – Do Grafite a pintura” (09/03/2008)

Esta exposição é composta por obras de muitos artistas, cada qual expressando um estilo.

Havia neste lugar obras de grande magnitude e quadros estonteantes. Os artistas eram de muitos países como Portugal, Itália, México, Brasil, cada qual com seu método de grafitar.

Estas obras me tocaram de muitas maneiras, assim se tornando inspiradora; Como uma obra que me tocou com seu minimalismo, a Arca de Noé, tinha muitas misturas de matérias, como: papel, tintas acrílicas, madeira, etc..


Para mim esta exposição foi mais que completa.


Mariana Lopes Ferreira Monteiro
Turma: MB3




Exposição no Museu de Arte Contemporânea de São Paulo na Universidade de São Paulo - MAC USP Ibirapuera



Mulheres artistas; Relatos Culturais

Esta exposição é composta por obras apenas feminina, obras que inspiraram no dia a dia de mulheres comum e transformam isto em arte.

Fazem desta exposição uma homenagem a mulher comum, mostrando a força e leveza que possuem.

Em uma das obras a mulher é tratada como uma boneca de corda que está acostumada a fazer as mesmas coisas todos os dias, esta foi uma crítica a estas mulheres. Tinha também obras que nos levaram a um mundo totalmente feminino, repleto de produtos de beleza, outras remetiam a mulheres do sertão, com todas as suas características marcantes.

Todas estas obras me passaram uma mensagem muito forte, nos mostrando duramente a realidade.











Mariana Lopes Ferreira Monteiro
Turma: MB3



Moda + Carro – Palestra sobre a Fiat



A palestrante contestada pela Fiat, tinha como objetivo transformar uma marca que era voltada para um público popular em uma marca conceitual, chique, voltada para um público mais amplo, desde um jovem estudante até um executivo.

Então a firma contratada pela Fiat, pensou em trazer para esta empresa automobilística produtos de moda. A firma da nossa palestrante partiu para as pesquisas e fez uma viagem para conhecer as lojas que aderiram a esse comercio. Foram à Inglaterra, Japão e França, lá eles encontraram muita fonte de inspiração, pois lá muitos já haviam aderido a este mercado como a Nissam em Tóquio, Ferrari em Milão, uma loja na Inglaterra que vendia para uma motocicleta Smish, peças que vestiam como roupas com apelo de luxo. Na França eles foram à Mercedes, também visitaram a Renaut, Pegeot, Toyota e Honda.

Depois de todas estas informações, eles lançaram para Fiat a proposta de trabalhar com a moda de forma inovadora aqui no Brasil. Assim eles conseguiram criar um símbolo entre produto e consumidor.

Comentários:
Tadeu: Muitas coisas que você vê nos carros ou nas roupas servem para chamar atenção, mostrando apenas uma visão, na maioria das vezes não vai ser vendido.




Mariana Lopes Ferreira Monteiro
Turma: MB3



Yoga mais arte



Show de musica de Yoga apresentado por El Nino

Show com objetivo de buscar o bem estar verdadeiro, um processo que busca atender a sua necessidade física, mental espiritual e social.

Este show te leva a um mundo novo, a um estado de espírito elevado, deixando para trás toda preocupação e estress do dia a dia, nos fazendo enxergar as coisas que nos são importantes. Ele é uma mistura de cultura e arte, cada instrumento a forma do som, o alto astral da musica nos leva a enxergar arte em tudo.

Faz-nos perceber claramente como podemos utilizar a arte e o alto astral deste grupo de pessoas para a moda.














Mariana Lopes Ferreira Monteiro
Turma: MB3

segunda-feira, 12 de maio de 2008

DO OUTRO LADO-VIVIAN LEMBO


Exposição na Pinacoteca do Estado, com um registro que busca desvendar as particularidades e os mistérios da alma humana.

Em Do Outro Lado Vivan Lembo apresenta cerca de 35 fotografias feitas em diversos lugares. Inspirada por sua formação em psicanálise a artista retrata cenas do cotidiano que tentam desvendar a alma de seus personagens, sem identificá-los. Ela busca “captar” a presença de cada um sem interferir no fluxo da cena. Do Outro Lado é como um jogo de espelhos que propõe ao espectador refletir sobre si mesmo.
Lembo também retrata objetos que ganham vida dentro do seu contexto. Pouco a pouco a artista se revela nas imagens que ela mesma constrói.Se existe um segredo que Vivian Lembo quer proteger, ele continua intacto nas imagens que estão em Do Outro Lado. Primeiro, porque ela as vê como quem quer guardá-lo escondido numa caixinha. Depois, porque seus personagens pouco se deixam revelar - ainda que estejam muito próximos da câmera-, seja porque nunca olham de frente, seja porque Lembo também não os quer por inteiro, para assim construir a sua história de destinos, todos juntos, mas cada um em seu fluxo de presença/ausência.
A Moda
Olhando para as imagens coloridas ou em preto e branco, realizadas por Vivian Lembo, podemos refletir sobre o vestuário como materialização de intensas variáveis que habitam o corpo.
Admirando as obras de Vivin Lembo imagino o quanto sua sensibilidade e criatividade podem estimular os criadores da moda, pois não podemos nos perder numa viagem individualista e nem mesmo nos aprisionarmos no mundo fashion.
Falando do corpo, falo também da roupa e da moda e do vestir e portanto as mudanças nesse corpo acompanham justamente a composiçãop cultural do universo que habitam.
Denise dos Reis Karg
Turma MB3

VILLA DASLU



















Localizada na Vila Olímpia, Av. Chedidi Jafet 131
Em 1958, em São Paulo, Lucia Piva de Albuquerque fundou uma pequena, porém exclusiva e luxuosa butique.

Eliana Piva de Albuquerque Tranchesi, filha de Lucia, assumiu o negócio da família no final da década de 70, mas o verdadeiro boom aconteceu no início dos anos 90.
Durante os anos 60 e 70, a Daslu dedicava-se a vender roupas e artigos de luxo da indústria brasileira de moda. Mas os principais ingredientes que fizeram e fazem o sucesso Daslu já estavam lá: bom gosto, qualidade, exclusividade, atendimento personalizado e altíssimo astral em um ambiente único A exigente Maison Chanel foi a primeira a ser seduzida pela credibilidade e o charme do nome Daslu . Christian Dior, Dolce & Gabbana, Prada e Gucci vieram em seguida. Mas Eliana Tranchesi tinha uma visão ainda mais ampla e com isso criou a Daslu Homem, seguindo o conceito original da marca. E isso atraiu também prestigiosas grifes masculinas de luxo, como as italianas Ermenegildo Zegna, Salvatore Ferragamo e os sapatos ingleses da Church.
Hoje, o império Daslu se estende pela moda (feminina, masculina e infantil), decoração e artigos de alto luxo como joalheria, relojoaria, cosméticos, etc.

Moda

A Daslu apresenta um mundo de opções para atender aos mais diversos gostos e aos mais requintados clientes. O que mais me chamou a atenção foi a Daslu Homem que fica localizado no segundo andar da Vila Daslu, com acesso direto por quatro elevadores localizados logo na entrada principal. Com esta entrada os clientes ganham sua privacidade.
Denise dos Reis Karg
Turma MB3

Paulo Bruscky-Exposição no Museu de Arte Contemporânea.



Paulo Bruscky- Artista multimídia nascido no Recife em 1949,

Bruscky nunca viveu da arte. Ganhou a vida como funcionário de um hospital público, e assim garantiu a liberdade de seus trabalhos. Já foi preso político, teve projetos recusados por salões e instituições e expôs em outros países. Podemos definir esse artista como um artista contemporâneo A exposição de Paulo Bruscky mostra a trajetória da obra desse pernambucano, dos anos 60 até os dias de hoje. Paulo envolve-se com as mais diferentes máquinas incorporando os acasos, os sobressaltos, as características próprias dos aparelhos como máquinas de xérox e de fax ou ainda daqueles de uso doméstico e cotidiano.

Paulo Bruscky também realiza experiências com a luz do sol e outras fontes luminosas para obter em suas cópias cores estranhas ao processo de reprodução. Introduzem também experimentações com radiografias, papéis metalizados e tecidos.
Ao longo desta década, o artista fez obras de manifesto contra a ditadura, a maneira de fazer arte e tantos outros fatos relevantes na sociedade brasileira com os quais não concordava.

É visível a influência do Dadaísmo, Surrealismo e Construtivismo nas obras de Paulo Bruscky. Paulo Bruscky liberta dentro de nós diversas sensações que nos sugere refletir ou fazer relações criticas sobre a vida, o mundo e as coisas, como também conduz nosso imaginário para a criatividade. Na arte de Bruscky se revela a imaginação e o humor do artista. Sua arte que é conceitual e multimídia, suas obras tem em comum a invenção das máquinas e suas subversões.



A Moda

As roupas nas décadas de 60 e 70, época dos hippies, transmitiam a paz e amor, lemas da época, por cores alegres e estampas floridas, demonstrando sensibilidade, romantismo, descontração e bom humor, como também a liberdade de expressão perante o regime ditatorial em países como o Brasil, Chile e França.

A maquiagem era essencial e feita especialmente para o público jovem. O foco estava nos olhos, sempre muito marcados. Os batons eram clarinhos ou mesmo brancos e os produtos preferidos deviam ser práticos e fáceis de usar.
As perucas também estavam na moda e nunca venderam tanto. Mais baratas e em diversas tonalidades e modelos, elas eram produzidas com uma nova fibra sintética, o kanekalon.

Denise dos Reis Karg

Turma MB3

domingo, 11 de maio de 2008

Joana Vasconcelos - Contaminação


"Contaminação", a maior obra criada pela artista plástica portuguesa Joana Vasconcelos, é apresentada na Pinacoteca do Estado de São Paulo.


Nascida em Paris, em 1971, Joana Vasconcelos desenvolve a sua atividade artística no campo da escultura e da instalação, com peças de grandes dimensões que se distinguem pelo modo como joga com a banalidade dos objetos utilizados no quotidiano, tendo sido distinguida com importantes prêmios internacionais.

A exposição de Joana Vasconcelos, na Pinacoteca de São Paulo, estendeu-se até ao 2º piso, por entre as esculturas de August Rodin. “Contaminação” é uma reprodução de formas orgânicas, a partir de tecidos coloridos, adereços, enfeites, forrações e enchimentos, concebidos a partir de vários materiais, dos tecidos aos fios para croché, numa espécie de colcha de retalhos dos fragmentos recolhidos pela artista em viagens à Turquia, Índia, África e Europa.
A idéia foi “embrenhar-se” na arquitetura do museu, como “serpentes escapadas de uma medusa, tentáculos para contaminar o espaço de cores e erotismo”, explicou Ivo Mesquita, curador da exposição. Com cerca de quinze metros de diâmetro, parte do material empregue na criação do corpo têxtil, colorido e disforme, também foi adquirido em lojas de festas e fantasias na região do museu. “Além de sua escala ambiciosa que envolveu com aconchego o museu, a beleza desse trabalho está na riqueza dos detalhes”
Este foi um resultado de mais de dois meses de trabalho, em Portugal e em São Paulo, com uma equipa que chegou a ter 17 pessoas, na reta final da montagem.
Foi difícil realizar esse trabalho pela importância do projeto, pela dificuldade do espaço (um dos pisos tem o formato de um octógono) e pela intensidade do museu.
O acordo para o "Projeto Octógono de Arte Contemporânea" incluiu a exposição de três artistas portugueses, sendo que Joana Vasconcelos foi a primeira a apresentar o seu trabalho.

Joana Vasconcelos tornou-se mais conhecida do público português depois da participação, em 2005, na Bienal Internacional de Arte de Veneza, onde apresentou "A Noiva", um lustre feito com vinte mil tampões higiênicos femininos escolhido como peça principal daquela exposição.
Denise dos Reis Karg
Turma MB3

Julio Pomar-Um artista Português, Lisboa 1926



Julio Pomar apresenta cerca de 100 obras entre pinturas, desenhos, gravuras e esculturas, produzidas ao longo de sua carreira. São trabalhos figurativos, revelando a liberdade do traço, com uma grande energia no gesto de pintar.
Julio Pomar é considerado um dos mais importantes artistas portugueses da atualidade. Já participou de importantes exposições na Europa e na América. Pomar é autor de vasta obra, com destaque para suas pinturas densas, inspiradas na literatura de Homero, Camões, Cervantes e Fernando Pessoa. São trabalhos figurativos que refletem múltiplas questões da sociedade contemporânea, destacando sempre os corpos humanos.
O trabalho de Pomar permaneceu dentro do repertório formal do neo-realismo até a década de 1950. Desde então, vem adotando uma variedade de estilos de fragmentação de figuras e objetos durante a década de 1960, e formas geométricas planas com contornos claros e contínuos, na década de 1970, até um estilo pictórico de largas pinceladas “o estilo tardio” a partir da década de 1980.
Em 1988, Pomar passou dois meses no Xingu na Bacia do Amazonas. Os quadros que fez depois de regressar Kuarup refere-se à celebração dos mortos evocam a impenetrabilidade e o calor intenso da floresta Amazônica.
A Moda em Portugal

Estilistas afirmam que o “boom” da moda em Portugal aconteceu nos anos 80 e que os portugueses não valorizam marcas nacionais.
Há cerca de duas décadas a moda em Portugal atingia o seu ponto alto. Na década de 80, depois de um período em que a moda era considerada uma coisa “fútil” e que predominava o estilo uni-sexo aconteceu uma “explosão” na moda em Portugal com a diferenciação entre a moda masculina e feminina. Passadas duas décadas, as marcas portuguesas continuam a ser preteridas pelas marcas estrangeiras.
Nos anos 80 houve uma grande preocupação com a moda a nível internacional. Os estilistas começaram a investir na moda feminina. Aliás, em rigor, a moda, no sentido da existência de criadores e definição de estilos, era pouco mais que principiante. Imitavam-se os modelos estrangeiros, com a devida autorização dos criadores e os produtos especificamente pensados para os jovens tinham pouca expressão.
O aparecimento das “boutiques” e de grandes marcas e crescente oferta veio suscitar nos portugueses o desejo de acompanhar a moda e começou a aparecer interesse em se vestir melhor.
Dizem as estatísticas que os portugueses em geral não consomem as marcas portuguesas. A história já remonta algumas décadas, e ainda quando se fala da moda diz-se que os portugueses preferem consumir o que é estrangeiro.
O mercado de moda em Portugal está em plena expansão. Várias escolas investem na formação de seus alunos; concursos são realizados por todo o país visando a descoberta de novos talentos; importantes indústrias têxteis estão envolvidas em parcerias com estilistas. Nesse universo super competitivo e em incessante expansão a moda brasileira vêm ganhando e consolidando seu espaço, principalmente nos segmentos jeanswear e moda praia. Marcas como Spezzato, Rosa Chá, Elisa Ateniense, para citar algumas, já tem clientela formada e de grande poder aquisitivo, não só em Portugal mas também em outros países da Europa.
Denise dos Reis Karg
Turma MB3

O Florescer das Cores: A Arte do período EDO


Em comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, a Pinacoteca do Estado apresenta uma exposição sobre artes tradicionais japonesas no período Edo (1603-1867). Organizada pela Agência Cultural Japão, com o apoio do Consulado Geral do Japão em São Paulo e da Fundação Japão. A mostra apresenta cerca de 160 peças inéditas no Brasil, provenientes de acervos de mais de 15 museus japoneses, compreendendo diferentes tipos de quimonos (incluindo quimonos criados para o teatro), adornos femininos, cerâmicas, artefatos em laca e indumentárias de samurais (incluindo espadas e armaduras).
A mostra apresentada pela Pinacoteca oferece ao público brasileiro a oportunidade única de apreciar autênticos tesouros da cultura clássica japonesa, provenientes de diversos museus daquele país.

A Arte dos Quimonos e a moda
É difícil, hoje, no Japão, nos depararmos com pessoas com os tradicionais quimonos em um mar de bolsas Louis Vuitton e suéteres Ralph Lauren (mais vendidas no Japão). Trata-se de uma lembrança dentro de uma cultura comercial, mas que ainda é estimada.
Os quimonos mudaram significativamente de um período da história para outro. O quimono, de origem milenar e tradicional, evoluiu de modo artístico e hoje há muitos tipos diferentes. O corte, a cor, o tecido e a decoração podem variar de acordo com o sexo, a idade, o estado matrimonial, a estação do ano e as festas. Quimonos considerados como relíquias são extremamente caros.










Quimonos Femininos
Os quimonos das mulheres são os mais elaborados e variados na moda. As mangas têm um papel importante. Mulheres solteiras e jovens usam a manga que tem o comprimento até ao tornozelo, é apropriada para ocasiões formais, cerimoniais e casamentos. Mulheres casadas usam-no com mangas pequenas e mais justas. O obi é amarrado ao redor da cintura e pode ter variedades simples e modos elaborados de laços. Os cabelos são cuidadosamente presos, usam meias brancas e chinelinhos de madeira.
Quimonos Masculinos
Usualmente o homem usa o quimono de modo conservador, em cores como azul, preto ou dourado. O obi masculino é mais estreito do que o feminino. No verão pode-se usar acompanhado de chinelo feito em madeira.
Quimonos infantis
Crianças usam seus quimonos para ocasiões tipicamente festivas e para visitas aos santuários. Outro fato interessante é que todos os anos, no dia 15 de novembro, crianças de 3 a 7 anos vestem seus quimonos de festas para visitas aos templos em contemplação ao Buda.












Denise dos Reis Karg
Turma MB3

sábado, 3 de maio de 2008

Filme : Rainha Elizabeth: A era de ouro.


Depois de nove anos de lançamento do primeiro filme da série, Elizabeth, a segunda produção, “Elizabeth: A Era de Ouro” estreou nos cinemas de todo mundo. O filme conta a fase em que a rainha enfrentou a guerra contra a Espanha.
Nessa nova adaptação da vida da famosa rainha, a postura de Elizabeth será mais confiante, sempre tentando manter o controle sob os assuntos políticos da corte, sem deixar seu romance com o aventureiro Sir Walter Raleigh .

O roteiro e a direção ficou nas mãos de Shekhar Kapur que já planeja um terceiro filme para daqui a três anos com o mesmo elenco principal.
A maior dificuldade do diretor foi convencer Cate Blanchett a assumir o papel da rainha que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de 1998, novamente. A estréia do filme aconteceu no Festival de Filmes de Toronto e recebeu excelentes críticas
O que mais me chamou atenção neste filme foi a capacidade que uma mulher tem de reinar e chegar ao poder com muita determinação e sem a necessidade de um companheiro dando o seu apoio.
Era conhecida como a Rainha Virgem por ser ainda solteira aos 50 anos, quando então se apaixona pelo poeta e explorador Walter Raleigh deixando que o amor ameace a rigidez do seu poder. Neste momento ela precisa preparar seu exercito e defender o seu trono recorrendo a ajuda de sua dama de companhia para manter seu amado por perto. O problema é que os dois se aproximam demais e isto transtornou a rainha.
A história acontece entre a mulher governante que defende sua posição e a mulher apaixonada que não pode entregar-se aos sentimentos do seu coração.


A MODA



A Rainha Elizabeth representada por Cate Blanchett, lindíssima com seus vestidões armados e golas de rufo, e os paletós adamascados de Clive Owen. O visual grandioso, meio alta-costura, é assinado por Alexandra Byrne.
A RAINHA - Elizabeth I, a primeira rainha sem rei do mundo ocidental, é quem, por razões pessoais, estabelece a forma da mulher moderna, é ela quem dá à mulher cintura, quadril e seios. A partir de Elizabeth a mulher abandona a forma da semente e assume a forma da ampulheta. Sua influência e poder são tão grandes que transforma toda a moda masculina, e feminina por mais de três séculos. A partir dela surge o conceito de três peças masculinas (calça, colete e paletó), a imagem da noiva e até o New-Look de Dior. Elizabeth I sobrepôs a couraça do cavaleiro medieval à túnica pregueada da Virgem Maria.
E, ao mesmo tempo, toda tentativa de aproximar Elizabeth do solo se opõe à exuberância extra-mundo de seus figurinos. Kapur talvez devesse investir na carreira de fotógrafo de moda, uma vez que seu cuidado na filmagem dos mais diversos vestidos da rainha superam em quilômetros toda a preguiça com que trata os vilões da Espanha, ou ainda a sub-trama do planejamento do assassinato da rainha, com masmorras escuras e católicos fanáticos . Um vestido, um arranjo de cabeça, um lenço, são encarados como verdadeiros objetos de composição da imagem. Primeiro, a rainha respeitável, em trajes que a fazem desaparecer no meio dos adereços do palácio e das damas de companhia. Uma vez que o amor seja despertado Elizabeth finalmente encara vestidos mais berrantes. Quando está prestes a ser assassinada, veste um branco tão ofuscante que nem a câmera-lenta do filme é capaz de capturá-lo sem deixar a imagem estourar. O tiro falha, culpa daquela brancura toda, é claro. É então que começa a guerra contra a Espanha, e nada tira o roxo do corpo de Elizabeth. O filme que Kapur tinha no coração era esse: a ascensão de uma mulher, do vestido pastel à armadura de guerreira, da peruca quatrocentista aos longos cabelos ruivos soltos ao vento.
O filme é muito bom!
Denise dos Reis Karg
Turma Mb3

MISS SAIGON - dirigido por Nicholas Hytner















Em uma noite de abril de 1975 , quando começa a história de Miss Saigon, a cidade de Saigon estava em franca decadência. A guerra havia terminado e as últimas tropas norte-americanas estavam sendo retiradas de Saigon. No cenário da cidade, casas de bambu, telhados de zinco, bicicletas e lanternas vermelhas. Durante a guerra, Chris, soldado americano, se apaixona por uma jovem vietnamita, Kim. Mas os dois não sabem que em breve serão separados.A embaixada dos EUA em Saigon é invadida por tropas vietnamitas e todos os soldados são evacuados pelo telhado, em helicópteros. Desesperado, Chris é forçado a partir sem nunca mais ver ou saber de sua amada. Após voltar ao seu país de origem, Chris reconstrói sua vida. Anos mais tarde, ele regressa à Bangcoc, onde descobrirá um fato novo, que mudará a sua vida para sempre.


Mais uma vantagem da vida moderna: os espetáculos da Broadway estão hoje ao alcance dos paulistanos. Os números impressionam: a produção toda custou por volta de 23 milhões de reais. São 50 toneladas de cenário e adereços de cena, 336 sapatos, 500 figurinos e 60 kg de gelo seco por sessão do espetáculo. Em cena, 42 atores e 18 músicos, que ocupam o palco do Teatro Abril para narrar a versão brasileira de um espetáculo montado em 25 países, e visto por mais de 33 milhões de pessoas. Toda esta produção foi criada para contar uma história inspirada em Madame Butterfly, ópera de Giácomo Puccini, se transformou em Miss Saigon, história de uma jovem vietnamita que se apaixona por um soldado norte-americano durante a Guerra do Vietnã.

A MODA

Andreane Neofitou, designer de Figurinos foi responsável pelo figurino do estrondoso sucesso internacional, Miss Saigon, cuja estréia se deu no Theatre oyal - Drury Lane. Seus figurinos podem ser vistos em diversas produções ao redor do mundo.Os fuigurinos da época foram minuciosamente pesquisados e detalhados.

O cenário, figurino e iluminação estão em sintonia deslumbrante. Tudo extremamente cuidado, pensado. Existe uma fidelidade com a época. Podemos ver a pobreza de um país, os estragos das bombas, os objetos culturais. Os EUA aparecem como contraste. É o início do "American Dream" (sonho americano), do consumismo e das propagandas com luzes coloridas espalhadas pelo comércio.
O figurino não tem nenhuma surpresa aparente. Mas afinal, o que vestimos durante uma guerra? O que se veste quando um país é destruído e o que precisamos é salvar nossas vidas? Kim usa um figurino típico muito bonito na cena do casamento. Vale a pena ressaltar que, em momentos de total teatralidade, aparecem fantasias trabalhas representando todo o bem e o mal daquela batalha. O "American Dream" também é mostrado com muitas plumas, brilhos e coreografias...
Denise dos Reis Karg
Turma Mb3

Bairro do Bom Retiro








O Bom Retiro é um distrito situado na região central da cidade de São Paulo. Trata-se de uma região essencialmente comercial.
O Bom Retiro era considerado uma região moderna no passado, quando as estações da São Paulo Railway e da Estrada de Ferro Sorocabana, junto ao Jardim da Luz, faziam parte de belos e elegantes pontos de chegada e partida de viajantes.
Também um local de concentração industrial que na década de 1960 pouco a pouco cedia seu espaço a um ativo comércio de roupas e moda, mesclado com pequenas indústrias de confecção e tecelagem. À época, o bairro já era um pólo que concentrava comerciantes judeus e sírio-libaneses, os quais mais tarde migrariam para Higienópolis e outros bairros mais distantes do centro.
Possuidor de uma importante herança patrimonial e cultural da cidade, o Bom Retiro abriga a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu de Arte Sacra de São Paulo, o Museu da Língua Portuiguesa (dentro da Estação da Luz), o Centro de Estudos Musicais - Tom Jobim. A Estação Júlio Prestes foi restaurada e atualmente abriga a Sala São Paulo, sede da Orquestra Sinfonica do Estado de São Paulo .O Jardim da Luz é o mais antigo parque da cidade, e uma das poucas áreas verdes de sua região central.

O Bom Retiro conhecido pelo comércio popular, está mudando com a sofisticação de produtos, serviços e fachadas das lojas. Já detectamos que 60 lojas foram reformadas, e não se trata de simples aparência. No interior dos prédios verificamos andares inteiros destruídos para dar lugar a um pé direito altíssimo chegando a dez metros em alguns casos. Tudo porque pretendem conquistar definitivamente os grandes clientes do atacado de moda do País e da América Latina.O Bom Retiro está dividido em dois universos: o atacado e o varejo. O que sustenta o bairro são as vendas em grande escala, para lojistas e sacoleiras que vêm em caravanas de todo o Brasil e compram no mínimo 12 peças. O ponto alto do comércio do bairro é a pronta-entrega. Tudo o que está à mostra pode ser comprado e entregue na hora, sem a necessidade de pedidos e prazos para envio de mercadoria. Isso faz com que 70% das vendas da região sejam feitas para lojistas de fora de São Paulo e da América do Sul.
Mas, por mais que os confeccionistas do Bom Retiro não aprovem as vendas avulsas e queiram firmar a imagem do bairro como pólo produtor de moda, a clientela do varejo é uma realidade. Lá não é possível experimentar as roupas, já que as lojas não são preparadas para o atendimento individual. Também não há sanitários e a moeda mais aceita é o dinheiro vivo. Cartões de crédito nem sempre são bem vindos .O preço baixo, agregado a uma melhora nítida na qualidade dos produtos, compensa a falta de infra-estrutura.
A Rua José Paulino, de ponta a ponta, é tomada por confecções de moda feminina. A maioria abre para varejo aos sábados e muitas montam bancas de ofertas, que costumam causar tumulto entre as clientes. Nem toda loja tem moda de primeira e,ao lado de confecções de vanguarda, como a Epel e Oxo Paxo, há estabelecimentos que exalam mofo, com modelos de festa de Quinta categoria.
Agora estão chegando às vitrinas as peças do inverno, o que significa que é uma boa época para comprar os saldos de verão. Como é começo de temporada, as roupas para o frio ainda estão com preços muito altos para os padrões Bom Retiro.
Denise dos Reis Karg
Turma MB3

Exposição – Pinacoteca traz obras de Tarsila do Amaral








Tarsila do Amaral (1886,1973) é homenageada com exposição na Pinacoteca do estado de São Paulo que exibe 36 de suas telas e 106 desenhos.Tarsila nasceu em 01 de setembro de 1886, na Fazenda São Bernardo, no município de Capivari. Estudou em São Paulo no Colégio Sion e completou seus estudos em Barcelona, na Espanha onde pinta o seu primeiro quadro “Sagrado Coração de Jesus”, aos 16 anos.
Tarsila Amaral foi uma modernista: pintou o Brasil, desrespeitou normas clássicas da pintura tradicional e encheu suas telas de cores.




A Moda




Tarsila do Amaral foi quem encabeçou a lista das mais bem vestidas na Semana de Arte Moderna de 1922 Embora não estivesse presente nos eventos da semana a sua amizade com o estilista francês Paul Poiret, bem como seus auto-retratos apontam para esse caminho. Em seu auto-retrato “Mato Rouge” ela veste um vestido de Jean Pateau. Ela conseguia unir o extravagante e o discreto. Adorava roupas coloridas e o cabelo puxado para trás para destacar os acessórios. Ser visual também era a sua arte.Algumas de suas pinturas desse período apontam influências de Renard, então um artista da moda: tons de cor desmaiados, com predomínio do azul.
Denise dos Reis Karg
Turma MB3

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Curso:Personal Stylist

Relação do curso com a moda: O curso tem toda relação com a moda, pois explica a melhor maneira de mulheres e homens se vestirem de acordo com seu estilo,seu tipo físico, e as diferentes ocasiões.
O curso feito pelas personals Titta Aguiar e Nazareth Amaral foi muito completo, e ensinou as maneiras de vestir diferentes pessoas, deram algumas dicas, e também há uma relação com a produção de moda.

Patrícia Pestana MB3

Visita: Feira de antiguidades da Avenida Paulista


A relação com a moda: A partir da feira antiga,que está localizada embaixo do MASP, podemos descobrir melhor o que foi utilizado antigamente, e desta maneira entender melhor as décadas passadas, o que homens e mulheres usavam para expressar como e quem eram. Tendo assim uma relação intensa com a moda.

Na feirinha existe quase tudo que se possa imaginar: relógios antigos, notas antigas, quadros, esculturas, roupas, pratos, acessórios, objetos de decoração, entre outras coisas.
Para pessoas que gostam de coisas antigas, a visita é muito interessante e completa.

Patrícia Pestana MB3

Exposição: Flores em Equilíbrio

Relação da exposição com a moda: O florista norte-americano, Jeff Leatham combina flores e design, utilizando cores e formas, de uma maneira que seus arranjos chamem a atenção para o belo. Jeff Letham já desenvolveu trabalhos para Alexander McQueen, Swarovski Givenchy, Burberry, entre outros. Além de fazer arranjos na casa de celebridades como Gwyneth Paltrow, George Clooney, Diana Krall, Robbie Williams, Kate Moss, Mick Jagger, Cher.

A exposição fica do dia 5 ao dia 11 de maio, no Espaço Fashion, do Shopping Iguatemi. Onde ficam expostos arranjos de flores bem sofisticados, com orquídeas, tulipas, rosas,hortênsias e cravos, todos feitos pelo florista.

Patrícia Pestana MB3

Exposição: “Marrocos”


A relação da exposição com a moda: Com a exposição feita na FAAP, podemos conhecer melhor as características do Marrocos, um lugar tão repleto de arte. Na exposição têm tapetes, jóias, bordados, entre outras coisas.
Ao entrar na exposição já dá para se sentir um pouco em Marrocos, com um cenário bem típico do local, podemos ter uma noção do quanto a mostra é interessante. Os objetos expostos são bastante coloridos e cheios de simbologia.

Patrícia Pestana MB3

Exposição: "Quando vidas se tornam forma"

A relação da exposição com a moda: As obras são muito alegres e coloridas, com muitas formas, sendo assim bastante inspiradora a maneira na qual os brinquedos foram feitos: muitos de vidro, o que nos faz perceber que vários tipos de objetos podem ser usados para criar.
A exposição, realizada no MAM - Parque do Ibirapuera tem diversas obras que quase montam um parque de diversões. Há o toy art, que virou moda de uns tempos pra cá. A seleção mistura artistas brasileiros e japoneses.

Patrícia Pestana MB3

Filme: “Chega de Saudade”


Relação do filme e a moda: A maneira que os freqüentadores do salão se vestem é muito bacana, pois eles capricham para ir dançar, a maioria das mulheres de vestidos e os homens também arrumados.
O filme se passa em um clube de dança em São Paulo, que começa ainda de dia, quando o salão é aberto e termina no final da noite. São contadas histórias vividas pelos freqüentadores do salão.
Marici (Cássia Kiss) e Eudes (Stephan Nercessian) vão juntos ao baile, no local Marici faz amizade com uma moça, chamada Bel (Maria Flor), que namora com o rapaz do som, Marquinhos (Paulo Vilhena). O baile vai bem até que Eudes dança com Bel, o que causa ciúme em seus companheiros.
Existem também outras personagens que se divertem e tentam aproveitar ao máximo o salão.
A trama é baseada nos pequenos sentimentos, relatando a vontade de viver das personagens, apesar de existirem os problemas do dia-a-dia.
“Chega de saudade” é um drama e também uma comédia, onde os temas abordados são: desejo, traição e amor.

Patrícia Pestana MB3

Exposição: “Quase líquido” e “H2olhos”


A relação com a moda: A exposição localizada na Itaú Cultural é muito criativa e original, as garrafas PET, por exemplo, também podem ser utilizadas na moda, já que são ecologicamente corretas.

A mostra é sobre a água, vista de diversos modos. Logo na entrada da exposição há um vídeo com Eduardo Srur, que criou 20 garrafas de PET e ele conta um pouco sobre o trabalho feito. Uma das garrafas, que é gigante fica na beira do rio Tietê, e todas as pessoas podem observá-la de dia, e a noite, pois ela fica iluminada com uma luz azul.
Dentro da exposição, que é divida, tem algumas imagens de piscinas, tobogãs e outros lugares com água que foram abandonados, dessa maneira, não há fluidez. Outra obra interessante é um projetor que cria imagens através de vapor, criando um efeito interessante. Há também em outra parte da exposição o nome de arvores, com desenhos e também o nome de peixes, com desenhos feitos em voail.

Patrícia Pestana MB3

Exposição: "Labirinto de tendências"

A relação entre a exposição e a moda: Na exposição havia a união entre decoração e moda, que é uma relação muito grande, e partir dela dava para ter uma noção de que a moda é como um todo, por exemplo, ela é tão ampla quanto decorar um lugar. A criatividade acaba tornando algumas idéias,em coisas especiais.
A exposição foi realizada no shopping D&D, e eram mostradas tendências de moda, juntamente com as de decoração. Os decoradores e estilistas se uniram para criar ambientes que eram ao mesmo tempo de decoração e de moda. A união entre eles foi muito harmoniosa, criando assim espaços criativos e que combinavam muito com seus criadores:
- grife 1+1 com arquiteto Luiz Fernando Marmo
- estilista Patrícia Vieira com as arquitetas Mara, Marta e Ni
- estilista Adriana Barra com o artista plástico e designer Marton
- grife Pelu com florista Helena Lunardelli
- grife Maria Bonita Extra com arquitetas Brunete Fraccaroli
- grife Doc Dog com arquiteto Felipe Protti
- estilista Clô Orozco, da grife Huis Clos, com arquiteta Débora Aguiar
- estilista Amir Slama com florista Vic Meirelles

Patrícia Pestana MB3

Exposição: Paulo Bruscky


Relação da exposição com moda: A partir das obras feitas por Paulo Bruscky, percebe-se que a criação pode vir das coisas mais simples, de ideias do cotidiano e se transformarem em obras de arte, que é o que ocorre com a moda.
A exposição feita no MAC-USP, possuia muitas obras do artista de Recife, no qual ele faz muitas experimentações, suas experiências com arte-correio, áudio-arte, vídeoarte, artdoor e xerografia/faxarte são consideradas pioneiras na utilização de novos meios na arte brasileira.
A obra que achei mais interessante foi a da série pega-varetas, 2005, é uma fotocópia colorida, que tinham várias fotos das varetas, que são muito coloridas, formando uma sequência de imagens,e dessa maneira efeito interessante foi criado.Também com o jogo foi criado um dvd, mostrando a criação do quadro, que tinha o seguinte titulo:"A arte é como um jogo". Outras obras interessantes também foram a "xeroperformance", e o "mapa".

Patrícia Pestana MB3