
"Contaminação", a maior obra criada pela artista plástica portuguesa Joana Vasconcelos, é apresentada na Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Nascida em Paris, em 1971, Joana Vasconcelos desenvolve a sua atividade artística no campo da escultura e da instalação, com peças de grandes dimensões que se distinguem pelo modo como joga com a banalidade dos objetos utilizados no quotidiano, tendo sido distinguida com importantes prêmios internacionais.
A exposição de Joana Vasconcelos, na Pinacoteca de São Paulo, estendeu-se até ao 2º piso, por entre as esculturas de August Rodin. “Contaminação” é uma reprodução de formas orgânicas, a partir de tecidos coloridos, adereços, enfeites, forrações e enchimentos, concebidos a partir de vários materiais, dos tecidos aos fios para croché, numa espécie de colcha de retalhos dos fragmentos recolhidos pela artista em viagens à Turquia, Índia, África e Europa.
A idéia foi “embrenhar-se” na arquitetura do museu, como “serpentes escapadas de uma medusa, tentáculos para contaminar o espaço de cores e erotismo”, explicou Ivo Mesquita, curador da exposição. Com cerca de quinze metros de diâmetro, parte do material empregue na criação do corpo têxtil, colorido e disforme, também foi adquirido em lojas de festas e fantasias na região do museu. “Além de sua escala ambiciosa que envolveu com aconchego o museu, a beleza desse trabalho está na riqueza dos detalhes”
Este foi um resultado de mais de dois meses de trabalho, em Portugal e em São Paulo, com uma equipa que chegou a ter 17 pessoas, na reta final da montagem.
Foi difícil realizar esse trabalho pela importância do projeto, pela dificuldade do espaço (um dos pisos tem o formato de um octógono) e pela intensidade do museu.
O acordo para o "Projeto Octógono de Arte Contemporânea" incluiu a exposição de três artistas portugueses, sendo que Joana Vasconcelos foi a primeira a apresentar o seu trabalho.
Joana Vasconcelos tornou-se mais conhecida do público português depois da participação, em 2005, na Bienal Internacional de Arte de Veneza, onde apresentou "A Noiva", um lustre feito com vinte mil tampões higiênicos femininos escolhido como peça principal daquela exposição.
Nascida em Paris, em 1971, Joana Vasconcelos desenvolve a sua atividade artística no campo da escultura e da instalação, com peças de grandes dimensões que se distinguem pelo modo como joga com a banalidade dos objetos utilizados no quotidiano, tendo sido distinguida com importantes prêmios internacionais.
A exposição de Joana Vasconcelos, na Pinacoteca de São Paulo, estendeu-se até ao 2º piso, por entre as esculturas de August Rodin. “Contaminação” é uma reprodução de formas orgânicas, a partir de tecidos coloridos, adereços, enfeites, forrações e enchimentos, concebidos a partir de vários materiais, dos tecidos aos fios para croché, numa espécie de colcha de retalhos dos fragmentos recolhidos pela artista em viagens à Turquia, Índia, África e Europa.
A idéia foi “embrenhar-se” na arquitetura do museu, como “serpentes escapadas de uma medusa, tentáculos para contaminar o espaço de cores e erotismo”, explicou Ivo Mesquita, curador da exposição. Com cerca de quinze metros de diâmetro, parte do material empregue na criação do corpo têxtil, colorido e disforme, também foi adquirido em lojas de festas e fantasias na região do museu. “Além de sua escala ambiciosa que envolveu com aconchego o museu, a beleza desse trabalho está na riqueza dos detalhes”
Este foi um resultado de mais de dois meses de trabalho, em Portugal e em São Paulo, com uma equipa que chegou a ter 17 pessoas, na reta final da montagem.
Foi difícil realizar esse trabalho pela importância do projeto, pela dificuldade do espaço (um dos pisos tem o formato de um octógono) e pela intensidade do museu.
O acordo para o "Projeto Octógono de Arte Contemporânea" incluiu a exposição de três artistas portugueses, sendo que Joana Vasconcelos foi a primeira a apresentar o seu trabalho.
Joana Vasconcelos tornou-se mais conhecida do público português depois da participação, em 2005, na Bienal Internacional de Arte de Veneza, onde apresentou "A Noiva", um lustre feito com vinte mil tampões higiênicos femininos escolhido como peça principal daquela exposição.
Denise dos Reis Karg
Turma MB3

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