

Julio Pomar apresenta cerca de 100 obras entre pinturas, desenhos, gravuras e esculturas, produzidas ao longo de sua carreira. São trabalhos figurativos, revelando a liberdade do traço, com uma grande energia no gesto de pintar.
Julio Pomar é considerado um dos mais importantes artistas portugueses da atualidade. Já participou de importantes exposições na Europa e na América. Pomar é autor de vasta obra, com destaque para suas pinturas densas, inspiradas na literatura de Homero, Camões, Cervantes e Fernando Pessoa. São trabalhos figurativos que refletem múltiplas questões da sociedade contemporânea, destacando sempre os corpos humanos.
O trabalho de Pomar permaneceu dentro do repertório formal do neo-realismo até a década de 1950. Desde então, vem adotando uma variedade de estilos de fragmentação de figuras e objetos durante a década de 1960, e formas geométricas planas com contornos claros e contínuos, na década de 1970, até um estilo pictórico de largas pinceladas “o estilo tardio” a partir da década de 1980.
Julio Pomar é considerado um dos mais importantes artistas portugueses da atualidade. Já participou de importantes exposições na Europa e na América. Pomar é autor de vasta obra, com destaque para suas pinturas densas, inspiradas na literatura de Homero, Camões, Cervantes e Fernando Pessoa. São trabalhos figurativos que refletem múltiplas questões da sociedade contemporânea, destacando sempre os corpos humanos.
O trabalho de Pomar permaneceu dentro do repertório formal do neo-realismo até a década de 1950. Desde então, vem adotando uma variedade de estilos de fragmentação de figuras e objetos durante a década de 1960, e formas geométricas planas com contornos claros e contínuos, na década de 1970, até um estilo pictórico de largas pinceladas “o estilo tardio” a partir da década de 1980.
Em 1988, Pomar passou dois meses no Xingu na Bacia do Amazonas. Os quadros que fez depois de regressar Kuarup refere-se à celebração dos mortos evocam a impenetrabilidade e o calor intenso da floresta Amazônica.
A Moda em Portugal
Estilistas afirmam que o “boom” da moda em Portugal aconteceu nos anos 80 e que os portugueses não valorizam marcas nacionais.
Há cerca de duas décadas a moda em Portugal atingia o seu ponto alto. Na década de 80, depois de um período em que a moda era considerada uma coisa “fútil” e que predominava o estilo uni-sexo aconteceu uma “explosão” na moda em Portugal com a diferenciação entre a moda masculina e feminina. Passadas duas décadas, as marcas portuguesas continuam a ser preteridas pelas marcas estrangeiras.
Nos anos 80 houve uma grande preocupação com a moda a nível internacional. Os estilistas começaram a investir na moda feminina. Aliás, em rigor, a moda, no sentido da existência de criadores e definição de estilos, era pouco mais que principiante. Imitavam-se os modelos estrangeiros, com a devida autorização dos criadores e os produtos especificamente pensados para os jovens tinham pouca expressão.
O aparecimento das “boutiques” e de grandes marcas e crescente oferta veio suscitar nos portugueses o desejo de acompanhar a moda e começou a aparecer interesse em se vestir melhor.
Dizem as estatísticas que os portugueses em geral não consomem as marcas portuguesas. A história já remonta algumas décadas, e ainda quando se fala da moda diz-se que os portugueses preferem consumir o que é estrangeiro.
O mercado de moda em Portugal está em plena expansão. Várias escolas investem na formação de seus alunos; concursos são realizados por todo o país visando a descoberta de novos talentos; importantes indústrias têxteis estão envolvidas em parcerias com estilistas. Nesse universo super competitivo e em incessante expansão a moda brasileira vêm ganhando e consolidando seu espaço, principalmente nos segmentos jeanswear e moda praia. Marcas como Spezzato, Rosa Chá, Elisa Ateniense, para citar algumas, já tem clientela formada e de grande poder aquisitivo, não só em Portugal mas também em outros países da Europa.
Há cerca de duas décadas a moda em Portugal atingia o seu ponto alto. Na década de 80, depois de um período em que a moda era considerada uma coisa “fútil” e que predominava o estilo uni-sexo aconteceu uma “explosão” na moda em Portugal com a diferenciação entre a moda masculina e feminina. Passadas duas décadas, as marcas portuguesas continuam a ser preteridas pelas marcas estrangeiras.
Nos anos 80 houve uma grande preocupação com a moda a nível internacional. Os estilistas começaram a investir na moda feminina. Aliás, em rigor, a moda, no sentido da existência de criadores e definição de estilos, era pouco mais que principiante. Imitavam-se os modelos estrangeiros, com a devida autorização dos criadores e os produtos especificamente pensados para os jovens tinham pouca expressão.
O aparecimento das “boutiques” e de grandes marcas e crescente oferta veio suscitar nos portugueses o desejo de acompanhar a moda e começou a aparecer interesse em se vestir melhor.
Dizem as estatísticas que os portugueses em geral não consomem as marcas portuguesas. A história já remonta algumas décadas, e ainda quando se fala da moda diz-se que os portugueses preferem consumir o que é estrangeiro.
O mercado de moda em Portugal está em plena expansão. Várias escolas investem na formação de seus alunos; concursos são realizados por todo o país visando a descoberta de novos talentos; importantes indústrias têxteis estão envolvidas em parcerias com estilistas. Nesse universo super competitivo e em incessante expansão a moda brasileira vêm ganhando e consolidando seu espaço, principalmente nos segmentos jeanswear e moda praia. Marcas como Spezzato, Rosa Chá, Elisa Ateniense, para citar algumas, já tem clientela formada e de grande poder aquisitivo, não só em Portugal mas também em outros países da Europa.
Denise dos Reis Karg
Turma MB3
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