segunda-feira, 12 de maio de 2008

Paulo Bruscky-Exposição no Museu de Arte Contemporânea.



Paulo Bruscky- Artista multimídia nascido no Recife em 1949,

Bruscky nunca viveu da arte. Ganhou a vida como funcionário de um hospital público, e assim garantiu a liberdade de seus trabalhos. Já foi preso político, teve projetos recusados por salões e instituições e expôs em outros países. Podemos definir esse artista como um artista contemporâneo A exposição de Paulo Bruscky mostra a trajetória da obra desse pernambucano, dos anos 60 até os dias de hoje. Paulo envolve-se com as mais diferentes máquinas incorporando os acasos, os sobressaltos, as características próprias dos aparelhos como máquinas de xérox e de fax ou ainda daqueles de uso doméstico e cotidiano.

Paulo Bruscky também realiza experiências com a luz do sol e outras fontes luminosas para obter em suas cópias cores estranhas ao processo de reprodução. Introduzem também experimentações com radiografias, papéis metalizados e tecidos.
Ao longo desta década, o artista fez obras de manifesto contra a ditadura, a maneira de fazer arte e tantos outros fatos relevantes na sociedade brasileira com os quais não concordava.

É visível a influência do Dadaísmo, Surrealismo e Construtivismo nas obras de Paulo Bruscky. Paulo Bruscky liberta dentro de nós diversas sensações que nos sugere refletir ou fazer relações criticas sobre a vida, o mundo e as coisas, como também conduz nosso imaginário para a criatividade. Na arte de Bruscky se revela a imaginação e o humor do artista. Sua arte que é conceitual e multimídia, suas obras tem em comum a invenção das máquinas e suas subversões.



A Moda

As roupas nas décadas de 60 e 70, época dos hippies, transmitiam a paz e amor, lemas da época, por cores alegres e estampas floridas, demonstrando sensibilidade, romantismo, descontração e bom humor, como também a liberdade de expressão perante o regime ditatorial em países como o Brasil, Chile e França.

A maquiagem era essencial e feita especialmente para o público jovem. O foco estava nos olhos, sempre muito marcados. Os batons eram clarinhos ou mesmo brancos e os produtos preferidos deviam ser práticos e fáceis de usar.
As perucas também estavam na moda e nunca venderam tanto. Mais baratas e em diversas tonalidades e modelos, elas eram produzidas com uma nova fibra sintética, o kanekalon.

Denise dos Reis Karg

Turma MB3

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